NOME
COMUM: Ararinha Azul
NOME CIENTÍFICO: Cyanopsitta spixii (cyano = azul escuro; psitta = psitacídeo)
NOME EM INGLÊS: Spix's macaw
NOME EM ESPANHOL: Guacamayo Spixii
NOME EM ITALIANO: Ara di spix
FILO: Chordata
CLASSE: Aves
ORDEM: Psittaciformes
FAM;ILIA: Psittacidae
COMPRIMENTO: de 27 a 56 cm
COMPRIMENTO DA CAUDA: 35 cm
COR: Azul
PESO: por volta de 350g.
REPRODUÇÃO: Sua postura é de
3 a 4 ovos, e a maturidade sexual observada em aves
cativas - é de 4 a 5 anos.
OVOS: Seus ovos, medem aproximadamente 35
mm de diâmetro.
ALIMENTAÇÃO: sementes das caraibeiras (T. caraiba), de
pinhão (Jatropha mollissima), faveleira (Cnidoscolus
phyllacanthus) e de baraúna (Schinopsis brasiliensis).
Em cativeiro é composta de grãos, frutas
diversas, ração comercial para psitacídeos, suplementação
mineral e polivitamínica.
CAUSAS DA EXTINÇÃO: Esta espécie foi desaparencendo e sua população,
que já era restrita desapareceu. Isso devido
à captura para o tráfico de animais
para servir como ave ornamental ou de estimação
e também a destruição de seu
habitat original.
Considerada
extinta pelo IBAMA, em julho de 2002, é a
Arara mais rara do mundo! O último exemplar selvagem
conhecido dessa espécie e que habitava a região
de Curaçá, no sertão da Bahia, desapareceu em outubro
de 2000. Este macho de tão solitário
(pois sua espécie é gregária,
vivendo em grupos) acabou acasalando com uma fêmea
de Maracanã (Ara maracana), que também
vive no mesmo habitat. Logicamente, mesmo com o
casal tentando reproduzir, não houve filhotes.
A
Ararinha Azul vivia no extremo norte da Bahia ao
sul do Rio São Francisco, na Caatinga, onde
ocorrem caraibeiras, pinhões e faveleiras
(plantas que ela utilizava). De hábitos sociais
selvagens pouco conhecidos, faz seus ninhos em caraibeiras
(Tabebuia caraiba), substituídos em cativeiro pelos
ninhos de
madeira.
Atualmente (2002), existem apenas 60 exemplares
em cativerio no mundo, o Brasil detém a propriedade
de apenas oito. As demais estão em poder de mantenedores
que integravam o grupo e de colecionadores particulares
estrangeiros.
Como se pode ver pela foto, esta Arara é também
única na sua aparência. O azul é de um tom diferente.
chegando em algumas penas a tornar-se cinzento,
cores menos apelativas do que a maioria das Araras
que conhecemos. O bico é menor em relação
as outras espécies e tem uma particularidade
única, tem uma parte de pele nua de cor cinzento
escura que vai desde a parte superior do bico até
ao olho, esta parte cinzenta deixa sobressair a
cor amarela da íris do olho.
É
uma ave muito dificil de procriar em cativeiro.
Mesmo antes de se encontrar em extinção, foram poucos
os registos de criações com grandes sucessos.
Ibama
dissolve comitê para recuperação da ararinha-azul