Algumas
Doenças mais comuns entre os Coelhos
Lúcia
Helena Salvetti De Cicco
Editora Chefe
Desinteria
Coriza
Sarna Auricular
Coccidose Hepática
Mixomatose
Vermes Intestinais
Indigestão
Parasitos Externos
Sarna do Corpo
Pasteurelosis ou Septicemia Hemorrágica
Toxoplasmose
Torcicolo ou Pescoço Torto
Conjuntivite dos Coelhos Novos
Desinteria
As
desinterias são ocasionadas por diversas causas,
e aparecem mais freqüentemente nos coelhos durante
a época do desmame. Em geral as desinterias
são produzidas pelos alimentos fermentados,
mofados ou sujos; pelo excesso da forragem verde de
alimentação. Também são
causas da desinteria as intoxicações
alimentares, parasitas intestinais, os. alojamentos
úmidos e calor intenso.
Além
disso a desinteria é um sintoma comum a diversas
doenças, sendo mais ou menos grave, conforme
as causas que a provocaram.
Em
geral o criador nota o aparecimento da desinteria
ao fazer diariamente a inspeção nas
coelheiras quando os animais doentes se apresentam
com os pêlos em volta do ânus sujos de
fezes moles. Além disso os coelhos se apresentam
com o ventre inchado, perda de apetite, bebem muita
água, olhos embaçados e pêlos
arrepiados. Como tratamento, devemos primeiramente
eliminar as causas tirando toda a alimentação
e procurando constatar a boa qualidade da ração
distribuída aos animais.
Estes
deverão receber uma alimentação
rica em elementos nutritivos, podendo se dar, também
folhas de bananeira ou goiabeira, que dão bom
resultado na desinteria alimentar.
Não
deixe de procurar um médico veterinário.
Somente ele é capaz de reconhecer com certeza
a doença e o tratamento correto.
Coriza
Esta
enfermidade que aparece nas coelheiras em qualquer
época do ano se manifesta em geral por abundante
secreção da mucosa do nariz, acompanhada
de espirros contínuos, podendo, conforme o
caso, ser benigna ou infecciosa.
O
aparecimento da coriza entre os coelhos é motivada
não só pelas mudanças bruscas
de temperatura, chuvas contínuas, ventos e
umidade, como também pela poeira, alimentação
deficiente e falta de higiene nas coelheiras.
A
coriza infecciosa é, em geral, encontrada em
diversas enfermidades graves com lesões pulmonares,
e infecção geral. A coriza é
quase que comum nas criações cujos animais
se alojam em coelheiras instaladas ao relento, expostas
ao sol, chuva e umidade. O clima e a localização
do terreno onde se acham instaladas as coelheiras
influem consideravelmente no aparecimento de qualquer
moléstia, principalmente se tratando da coriza,
quando sabemos que, em grande parte, a umidade, o
vento e as mudanças bruscas de temperatura
são os responsáveis pelo seu aparecimento.
Com
isto, vemos que é muito rara a existência
de coriza nas criações onde as coelheiras
estão colocadas em galpões ou recintos
fechados, que as abriguem do vento e chuva.
Nessas
condições, os coelhos assim protegidos,
dificilmente poderão contrair resfriados que
os predisponham à coriza.
No
início da moléstia, os coelhos espirram
continuamente, e nos casos benignos, não perdem
o apetite e nem enfraquecem.
Com
o decorrer da moléstia, após 2 ou 3
dias, começa a sair pelas fossas nasais um
corrimento aquoso e inodoro. O coelho assim atacado
esfrega constantemente o nariz com as patas dianteiras:
chega a perder o apetite; fica triste e com os pêlos
arrepiados, apresentando os olhos embaciados e quase
não se alimenta.
A
coriza, não sendo medicada em tempo, irá
apresentar, além dos espirros, um corrimento
ocular aquoso. Com o continuar da moléstia,
este corrimento nasal torna-se mucoso, espesso, e
quando aderente à ração do animal,
chega a obstruir as narinas, determinando a morte
do mesmo por asfixia. O aparecimento da coriza é
muito comum durante a época das chuvas constantes.
Quando
tratada em tempo, não apresenta a coriza nenhuma
gravidade. Assim, em primeiro lugar devemos eliminar
as causas determinantes da mesma e isolar os animais
doentes. Estes deverão ser colocados em lugares
secos, limpos e bem abrigados. A alimentação
deverá ser rica em grãos, sais minerais
e vitaminas A e D.
Em
geral, a morte do animal se dá pela obstrução
das fossas nasais, o que impede o animal de respirar.
Isto acontece porque o corrimento nasal, em contato
com a ração, forma uma massa de consistência
mais ou menos dura que, ao secar, chega a entupir
completamente as fossas nasais.
Não
deixe de procurar um médico veterinário.
Somente ele é capaz de reconhecer com certeza
a doença e o tratamento correto.
Sarna
Auricular
É
esta uma doença comumente encontrada nas criações
de coelhos, cujo rápido contágio facilita
em pouco tempo a propagação da moléstia
entre todos os animais. A sarna auricular é
uma moléstia parasitária ocasionada
por dois parasitas, Psoroptes communis e Chorioptes
cuniculis, os quais se localizam dentro do ouvido
do coelho, na parte profunda da pele, chegando muitas
vezes a provocar a morte do animal quando não
tratado em tempo.
A
primeira manifestação de sarna de orelha
começa pelo aparecimento de forte irritação,
no interior de um dos ouvidos do coelho, seguida de
inflamação e formação
de uma secreção espessa, que em poucos
dias torna-se serosa e amarelada. Com a continuação
da moléstia, esta serosidade se engrossa cada
vez mais, havendo formação de crostas
ou escamas de côr amarelo-pardo, aderentes à
parte interna da orelha fechando completamente o ouvido
do animal.
Os
animais assim atacados se tornam inapetentes, fracos,
emagrecendo rapidamente, chegando muitas vezes à
morte; inclina a cabeça para o lado doente,
procurando coçar com as patas a orelha atacada.
Com o avançar da moléstia, iremos encontrar
juntamente com as crostas, sangue e pús, de
cheiro fétido. Tratando-se de moléstia
muito contagiosa, o criador deverá tomar sérias
medidas de profilaxia e higiene a fim de impedir a
propagação da moléstia.
Tratamento
- Faz-se primeiro a limpeza do ouvido, retirando-se
com uma pinça, as crostas previamente pinceladas
com querosene a fim de facilitar seu amolecimento.
Em seguida aplica-se qualquer sarnicida de preferência
em Spray, encontrado no comércio, o qual será
aplicado novamente após 15 dias até
a cura completa do animal.
Medidas
Profiláticas - Manter uma limpeza rigorosa
nas coelheiras. Não permitir a entrada de animais
doentes na criação; todos os coelhos
deverão ser examinados periodicamente, e a
título preventivo, fazer uma aplicação
mensal de sarnicida em todos os animais.
Os
animais doentes deverão ser logo medicados
e isolados. As gaiolas ocupadas pelos coelhos doentes
deverão ser desinfetadas de preferência
flambadas, ao lança-chamas.
Não
deixe de procurar um médico veterinário.
Somente ele é capaz de reconhecer com certeza
a doença e o tratamento correto.
Coccidose
Hepática
Esta
moléstia, muito freqüente nas criações
de coelhos causa sempre grandes prejuízos aos
criadores, pela grande mortalidade que produz entre
os animais.
De
um modo geral, todos os coelhos são atacados
pela coccidioso, mas ela atinge de preferência
os coelhos de 2 a 4 meses, onde a mortalidade é
maior. Os coelhos adultos, quando atingidos pela moléstia,
são bem resistentes, tornando-se muitas vezes,
portadores da coccidiose. Esses animais são
assim chamados porque, mesmo não apresentando
o sintoma da moléstia, são os propagadores
da mesma, pela eliminação do micróbio
da coccidiose pelas fezes. Desse modo, é fácil
a propagação da coccidiose através
dos alimentos, água, coelheiras e até
pelo próprio tratador. Entretanto, para que
o micróbio da coccidiose esteja em condições
de contaminar os animais, é preciso que o mesmo
apresente modificações tais, facilitadas
pelo calor e umidade, a partir do momento em que os
parasitas são expelidos pelo coelho doente
até o momento de serem ingeridos pelos coelhos
sãos. Assim, a contaminação só
será feita quando o micróbio da coccidiose
sofrer as transformações necessárias
ao seu amadurecimento durante três dias mais
ou menos. Antes desse tempo, os micróbios da
coccidiose não transmitem a moléstia
quando ingeridos pelos coelhos sãos, por não
estarem maduros. A constatação da moléstia
é feita pelos seguintes sintomas: tristeza
e abatimento dos coelhos, falta de apetite, pêlos
arrepiados, diarréia, ventre aumentado de volume;
em alguns casos há convulsões e paralisia
das patas. A morte do animal poderá dar-se
em dias ou dois a três meses. Entretanto, o
diagnóstico certo da coccidiose só poderá
ser feito com exame de laboratório, devendo
o criador enviar o coelho morto ou doente ao Instituto
Biológico, onde serão feitos os exames
necessários.
Ao
abrir-se um coelho morto suspeito de coccidiose o
criador notará, como indício, o fígado
muito aumentado de volume e todo salpicado de pequenos
pontos ou manchas branco-amareladas. O meio mais certo
para impedir o aparecimento da coccidiose são
as seguintes medidas preventivas: limpeza diária
c desinfecção das coelheiras: a criação
deverá ser instalada em lugares secos e amplos:
os alimentos e a água destinados aos animais
deverão ser muito limpos e nunca em contato
com os excrementos; as coelheiras deverão ter
o piso de sarrafo ou tela, evitando assim o contato
do animal com os excrementos e sua possível
contaminação.
Os
animais doentes deverão ser isolados imediatamente,
os coelhos mortos de coccidiose deverão ser
queimados.
O
criador deverá ter muito cuidado em introduzir
coelhos de procedência ,ignorada na sua criação.
O
estrume dos animais doentes nunca deverá ser
usado em hortas ou plantações destinadas
à alimentação dos coelhos.
Somente
quando existe a coccidiose é que devemos fazer
o tratamento curativo à base das sulfas. Entretanto,
não devemos esquecer que, apesar de sulfa ser
o medicamento específico da coccidiose, esta
deverá ser aplicada com bastante cautela e
somente quando tivermos certeza do aparecimento da
coccidiose. Isto porque, em geral, a aplicação
da sulfa como curativo determina também certas
perturbações no organismo do coelho.
Assim
os reprodutores, machos e fêmeas, ao receberem
a sulfa ficam durante alguns meses completamente frios
e indiferentes, não permitindo ao criador continuar
a fazer normalmente os acasalamentos; também
as fêmeas, quando prenhes, abortam facilmente
e as coelhas com ninhadas chegam a perder totalmente
o leite.
Não
deixe de procurar um médico veterinário.
Somente ele é capaz de reconhecer com certeza
a doença e o tratamento correto.
Mixomatose
É
uma das doenças mais graves que atacam os coelhos,
ocasionando grande mortandade no plantel, e propagando-se
rapidamente entre os animais sãos. Os animais,
quando atacados pela mixomatose, apresentam os seguintes
sintomas: no início da moléstia aparece
um corrimento nasal que vai aumentando, chegando às
vezes a dificultar a respiração do animal.
Em
seguida apresenta os olhos congestionados e inflamados,
com grande secreção purulenta. Logo
aparecem pequenos tumores na base da orelha, nariz
e lábios, que vão se estendendo por
toda a cabeça, a qual se apresenta muito inchada.
Após
os primeiros sintomas, estes tumores espalham-se por
todo o corpo, principalmente no ânus e órgãos
genitais, onde são encontrados em grande número.
Estes
tumores, quando abertos, deixam sair um líquido
mucoso de cor rosa. O animal apresenta uma febre ligeira,
emagrece e morre geralmente entre 4 a 8 dias, após
o aparecimento dos primeiros sintomas. É a
mixomatose muito contagiosa, e sua transmissão
é feita pelos mosquitos e pulgas.
Recomenda-se
vacinar os animais preventivamente com vacina já
fabricada no país. O mais indicado é
sacrificar os animais mais doentes e queimar os cadáveres,
desinfetar todas as gaiolas a fogo, isto é,
aplicando-se o lança-chamas. Fazer uma desinfeção
geral e evitar o aparecimento dos mosquitos.
Não
deixe de procurar um médico veterinário.
Somente ele é capaz de reconhecer com certeza
a doença e o tratamento correto.
Vermes
Intestinais
Os
coelhos são também atacados pelos vermes
intestinais que ocasionam sérios prejuízos
nas criações infetadas.
Os
coelhos contaminados perdem o apetite, enfraquecem
rapidamente, apresentando-se sempre magros, chegando
muitas vezes a ter convulsões e paralisia.
Na autópsia dos coelhos doentes os intestinos
se apresentam endurecidos e resistentes ao corte,
e no seu interior encontramos geralmente grande quantidade
de lumbrigas.
A
alimentação deverá ser muito
nutritiva, dando-se aos animais, além da ração
normal, 1 colher de sopa de aveia para cada coelho.
A ração deverá conter 1 a 2%
de sais minerais e vitaminas.
Não
deixe de procurar um médico veterinário.
Somente ele é capaz de reconhecer com certeza
a doença e o tratamento correto.
Indigestão
Quando
os coelhos são muito vorazes e o criador não
controla a quantidade de ração que é
distribuída diariamente, os animais se apresentam
com o estômago endurecido e o ventre inchado.
As vezes, o animal chega a vomitar, torna-se inquieto,
e deixa de comer. Isto também acontece no caso
do animal ter comido grande quantidade de verduras
que fermentaram, dando origem à formação
de gases ou também no caso de envenenamento
por plantas tóxicas.
Como
tratamento, dar ao animal bicarbonato de sódio
na água, ou leite de magnésia. Se esse
medicamento não der resultado, dar um purgativo,
isto é, 1 a 2 colheres de azeite de cozinha.
Não
deixe de procurar um médico veterinário.
Somente ele é capaz de reconhecer com certeza
a doença e o tratamento correto.
Parasitos
Externos
Vários
parasitos como as pulgas e os piolhos chegam a atacar
os coelhos, produzindo o emagrecimento do animal,
e dando ao pêlo um mau aspecto. Os piolhos chegam
a ocasionar a queda do pêlo no dorso do animal
e na cauda, pois, para atenuar as picadas do parasito
o coelho procura coçar as partes atingidas,
arrancando ele próprio o pêlo destes
locais.
Os
animais assim atacados deverão receber aplicações
diárias de pós inseticidas.
Não
deixe de procurar um médico veterinário.
Somente ele é capaz de reconhecer com certeza
a doença e o tratamento correto.
Sarna
do Corpo
Esta
doença, muito contagiosa, é caracterizada
pela formação de crostas na cabeça
do coelho, principalmente na boca, olhos e nariz,
estendendo-se nos casos graves às patas e órgãos
genitais.
Esta
sarna é muito diferente da sarna da orelha,
pois esta só ataca o corpo do animal.
As
primeiras manifestações da sarna começam
com a picada do parasito que causa forte irritação,
ocasionando o aparecimento de um líquido que,
ao secar, forma crostas duras, de cor amarelo-cinza,
que dão ao animal um aspecto repugnante, pois
a pele se apresenta enrugada e inchada, além
de completa queda do pêlo. O parasito da sarna
é encontrado debaixo da pele, onde escava galerias,
alimentando-se do sangue do animal.
Como
a sarna se localiza de preferência na cabeça
e boca do animal, os lábios se apresentam consideravelmente
inchados e o coelho não pode alimentar-se devido
à dor e à dificuldade que sente ao mastigar.
Com isto o animal emagrece, enfraquecendo-se bastante
até morrer.
Sendo
ás crostas localizadas em volta do nariz, há
inflamação do local, determinando grande
dificuldade na respiração.
Quando
o coelho se apresenta com todos esses sintomas, a
cura é muito difícil, e quando isso
acontece, ele se torna muito fraco; é mais
indicado o sacrifício dos doentes.
Entretanto,
no início da moléstia, antes que a sarna
atinja completamente a cabeça do animal, o
seu tratamento é fácil. Assim, o criador
ao notar que o focinho do coelho que é geralmente
limpo e brilhante, se apresenta coberto com um pó
branco, semelhante à farinha, deverá
logo examinar o animal, assim como as suas patas,
onde ele irá encontrar entre as unhas o mesmo
pó branco. Isto acontece porque o coelho, ao
sentir a irritação produzida pela picada
do parasito na cabeça, procura logo coçar
o local, fazendo então com que as unhas se
apresentem infectadas.
O
tratamento consiste em esfregar as partes atingidas
com querosene, ocasionando a caída das crostas
para então se aplicar o remédio.
A
aplicação no local deverá ser
feita diariamente, com qualquer desinfetante a base
de cloro ou sarnicida em Spray, 10 aplicações
são suficientes até a eliminação
da moléstia.
No
caso de sarna no corpo, as coelheiras deverão
ser desinfetadas com lança-chamas: não
sendo isto possível, as coelheiras deverão
ser desinfetadas com uma pintura de cal e soda em
partes iguais.
Não
deixe de procurar um médico veterinário.
Somente ele é capaz de reconhecer com certeza
a doença e o tratamento correto.
Pasteurelosis
ou Septicemia Hemorrágica
Esta
moléstia muito contagiosa é caracterizada
pela rapidez com que ataca os coelhos, produzindo
grande mortandade entre eles.
Os
coelhos atacados pela pasteurelosis, no início
da moléstia apresentam febre, tristeza, falta
de apetite, pêlo eriçado, permanecendo
em um canto da coelheira como se estivessem dormindo.
Às vezes apresentam os olhos congestionados
e respiração anormal, seguindo-se o
aparecimento de uma diarréia, geralmente sanguinolenta,
e convulsões do animal com manifestação
paralítica. Esta moléstia também
se apresenta com a forma pulmonar, que se caracteriza
pela febre que ataca os coelhos, espirros; falta de
apetite; respiração acelerada e dolorosa,
e principalmente pela líquido sanguinolento
que sai das fossas nasais do animal. A moléstia
se apresenta sempre com grande rapidez, determinando
a morte do animal dentro de 2 a 3 dias. A pasteurelosis
aparece sempre nas criações onde não
existe higiene nem limpeza, onde os animais são
mal alojados, e acham-se em comum com aves, porcos
e outros animais. Ao notarmos a aparecimento da pasteurelosis,
deverão ser isolados os animais doentes, lavando-se
as fossas nasais com água morna e bicarbonato
para retirada do muco nasal. Em seguida, aplicar azeite
ou vazelina mentolada, para descongestionar a mucosa
e facilitar a respiração. O tratamento
preventivo poderá ser feito por meio de soro
injetável.
Os
animais mortos deverão ser queimados e as gaiolas
serão desinfetadas com lança-chamas.
Não
deixe de procurar um médico veterinário.
Somente ele é capaz de reconhecer com certeza
a doença e o tratamento correto.
Toxoplasmose
É
também uma enfermidade de rápido curso,
8 a 10 dias, cuja transmissão é ocasionada
pelas pulgas e piolhos. Os animais doentes apresentam
febre, falta de apetite, grande abatimento, muita
sede, abdome aumentado de tamanho, emagrecimento,
anemia, diarréia fétida de cor esverdeada
ou sanguinolenta e convulsões. Muitas vezes
chega a ter paralisia da região posterior.
Os animais doentes deverão ser isolados. As
rações deverão ser ricas em elementos
nutritivos, à base de alfafa e aveia.
Leia
mais sobre Toxoplasmose.
Não
deixe de procurar um médico veterinário.
Somente ele é capaz de reconhecer com certeza
a doença e o tratamento correto.
Torcicolo
ou Pescoço Torto
Acontece
que muitas vezes encontramos um ou mais coelhos que
se apresentam de um dia para o outro com a cabeça
completamente virada.
Se
os coelhos nestas condições não
se acham atacado pela sarna auricular, essa torção
da cabeça é de origem alimentar, ocasionada
pela deficiência da Vitamina B, na ração.
O coelho, nestas condições, torce a
cabeça para um lado, dando a impressão
que os músculos estão continuamente
em contração; o animal anda com grande
dificuldade, girando freqüentemente sobre um
mesmo lado.
Não
deixe de procurar um médico veterinário.
Somente ele é capaz de reconhecer com certeza
a doença e o tratamento correto.
Conjuntivite
dos Coelhos Novos
É
uma enfermidade que ataca os olhos, sendo muito comum
nos coelhos novos, devido ao forte cheiro de amoníaco
que se desprende da urina e excrementos. Isto só
acontece nas criações mal cuidadas,
onde não existe higiene. Os olhos se apresentam
inchados e completamente fechados.
Quando
eles se abrem escorre uma grande quantidade de um
líquido seroso e amarelado que se endurece
logo. Devido à esta infecção,
a membrana do olho se torna opaca, o que é
conhecido como queratite. Como tratamento, a primeira
coisa a ser feita é retirar as causas, obedecendo
as normas de limpeza e higiene.
Não
deixe de procurar um médico veterinário.
Somente ele é capaz de reconhecer com certeza
a doença e o tratamento correto.
Coelhos.
Como criá-los
Lúcia
Helena Salvetti De Cicco
Diretora de Conteúdo e Editora Chefe
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