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Doença de Lyme
O
camundongo, o coelho, o lagarto, o veado e outros animais silvestres
representam o foco natural da doença. Outros animais como o cão,
o gato e os pássaros podem carregar o carrapato infestado pela
bactéria Borrelia burgdorferi que causa a doença. A transmissão
ocorre pela picada de carrapatos, que transportam a bactéria
do animal doente para outros animais e para o homem. De início, manifesta irritação no local da picada com lesão de pele de cor rosada, que aumenta gradativamente de tamanho. Pode ser acompanhada por náuseas, febre, cansaço, dores na cabeça, nuca, juntas e músculos. Quando não tratada pode atingir o sistema nervoso e provocar meningite, paralisia da face, problemas cardíacos e artrites. A prevenção se faz com os seguintes cuidados: Em
campos, matas e outros locais com grande quantidade de carrapato, use
roupas claras, meias compridas e botas.
Repelentes
específicos como o permetrin devem ser usados sobre a roupa e
não sobre a pele.
Sempre
que passar por locais infestados, examine as roupas e a pele à
procura de carrapatos.
Use
uma pinça e nunca as mãos para removê-los.
Não
use gasolina, querosene ou removedor de unha que podem ajudar na contaminação.
Evite
esmagá-los, para que as bactérias que estão no
interior do carrapato não entrem em contato com a pele.
Lave
suas mãos e a área da picada com água e sabão.
Após a lavagem passe álcool iodado.
Limpe
os animais domésticos, retirando-lhes os carrapatos com pinças
e as mãos protegidas com luva ou pano.
Guarde
o carrapato vivo dentro de um frasco de vidro identificado com a data,
o local da mordida e o tipo de animal que provavelmente carregava o
carrapato.
Se
você apresentar sintomas da doença, procure de imediato
o seu médico para receber o tratamento com antibiótico.
Entregue o frasco com o carrapato ao seu médico ou no Posto de Saúde ou ainda à autoridade sanitária do local. Lúcia Helena Salvetti De Cicco
Bibliografia: Prefeitura
Municipal de São Paulo
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