Daschshund
Invocada
Tenho
uma cadela Daschund miniatura (4 kg) de 11 meses.
Desde pequena sempre tentamos acostumá-la ao
convivio de outras pessoas (na casa sou só
eu e meu marido), crianças e animais, pois
era muito "ïnvocada". Com as pessoas
e crianças obtivemos resultados positivos,
pois não rosna mais para elas e as deixa fazer
carinho. Porém com outros cães late
muito e é só o cachorro virar as costas
que ataca, mordendo por trás. Apesar de em
geral os outros cachorros mal sentirem a mordida devido
ao tamanho da nossa cadelinha, ficamos preocupados
e queríamos saber o que fazer. Notamos que
ela ataca por medo, pois quando o cachorro vem cheirá-
la, ela se encolhe toda. O que fazer?
Outra dúvida que tenho é a seguinte:
meus pais têm uma cadela mestiça de pointer
inglês de 8 anos, extremamente dócil;
por viver em um sítio, solta, aos 5 anos foi
castrada. Após isso já sofreu 4 ataques
de outros cães que invadem o sítio e
brigam entre si e com ela (no último levou
20 pontos no pescoço e quase a sacrificamos).
Ela se recuperou e está bem, mas por conta
dos ataques somos obrigados a deixá-la presa
o dia todo, o que é péssimo para uma
cachorra acostumada a viver livre. Gostaríamos
de saber se a castração tem algo a ver
com os ataques (ela perdeu o cheiro de fêmea?).
Agradeço antecipadamente,
Sônia
Mantenha
sua cadela na coleira. Sempre que outro cão
se aproximar procure reforçar o comportamento
calmo, para isso é preciso adestrar a cadelinha
para os comandos senta e fica. Assim que o outro se
afastar dê o comando senta e fica, reforçando
o comportamento calmo.
Outra dúvida que tenho é a seguinte:
meus pais têm uma cadela mestiça de pointer
inglês de 8 anos, extremamente dócil;
por viver em um sítio, solta, aos 5 anos foi
castrada. Após isso já sofreu 4 ataques
de outros cães que invadem o sítio e
brigam entre si e com ela (no último levou
20 pontos no pescoço e quase a sacrificamos).
Ela se recuperou e está bem, mas por conta
dos ataques somos obrigados a deixá-la presa
o dia todo, o que é péssimo para uma
cachorra acostumada a viver livre. Gostaríamos
de saber se a castração tem algo a ver
com os ataques (ela perdeu o cheiro de fêmea?).
A
castração não tem relação
com os ataques.
É
isso ai
Dr
. Mauro Lantzman - Homeopatia e Etologia - São
Paulo SP
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