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Aves

Soldadinho-do-araripe

NOME COMUM: Soldadinho-do-araripe
OUTROS NOMES: galo-da-mata e lavadeira-da-mata
NOME CIENTÍFICO: Antilophia bokermani
GÊNEROS: Antilophia
NOME EM INGLÊS: Araripe Manakin
REINO: Animal
FILO: Chordata
CLASSE: Aves
ORDEM: Passeriformes
FAMÍLIA: Pirpridae

HABITAT: Mata Atlantica, regisão semi-árida
DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: Ceára, Brasil. Somente encontrado nos municípios de Barbalha, Crato e Missão Velha, todos no Ceará.
AMEAÇADO: A espécia está ameaçada de desaparecer. Em 2006, a população foi calculado a 800 indivíduos baseado em dois anos sucessivos de censos.
TAMANHO: 14.5 cm
PESO: 20 gramas
ALIMENTAÇÃO: A dieta é baseada principalmente no consumo de pequenos frutos, como ocorre com os outros representantes de sua família, contudo, também ingere artrópodes, e para isso adota estratégias de captura específicas inclusive para insetos em vôo. Estas especializações vão além da ingestão furtiva, sugerindo uma importância nutricional ainda não dimensionada, que pode ajudar a atravessar os períodos com pouca oferta de frutos.
APARÊNCIA: APRESENTA DIFORMISMO SEXUAL: Os machos são predominantemente brancos, com penas pretas que se estendem das asas ao dorso e cabeça vermelha. As fêmeas são principalmente da cor verde oliva e apresentam um reduzido penacho verde na cabeça.
HABITOS: Territorialistas, eles não andam em bando e protegem sua companheira e filhotes dentro da faixa de terra conquistada.

Soldadinho-do-araripe (Antilophia bokermanni), é uma ave passeriforme da família Pipridae. O nome bokermanni é uma homenagem ao zoólogo brasileiro Werner Bokermann. A espécie está ameaçada de extinção.

Foi descoberto em 1996 na Chapada do Araripe, Região Nordeste do Brasil. Segundos os seus descobridores, o soldadinho-do-araripe somente é encontrado nos municípios de Barbalha, Crato e Missão Velha, todos no Ceará.

O soldadinho-do-araripe mede aproximadamente 14,5 cm. Machos e fêmeas apresentam um forte dimorfismo sexual no que diz respeito a cor da plumagem. Os machos são predominantemente brancos, com penas pretas que se estendem das asas ao dorso e cabeça vermelha. As fêmeas são principalmente da cor verde oliva e apresentam um reduzido penacho verde na cabeça.

Os jovens de ambos os sexos têm o mesmo aspecto da fêmea, mas à medida que os machos se tornam adultos, penas carmins surgem na cabeça aumentando progressivamente sua densidade, até que no final deste processo, as penas de vôo negras substituem as juvenis e a plumagem branca termina por suprimir totalmente a verde-oliva.

Os topetes aumentam de comprimento em função do desenvolvimento dos machos, podendo ultrapassar a ponta do bico em até quatro milímetros, e ocasionalmente alguma fêmea apresenta penas carmins isoladas no dorso. Os machos apresentam as penas de vôo um pouco maiores do que as das fêmeas, sendo também ligeiramente mais compridos do que elas, que por sua vez, são um pouco mais pesadas do que eles. A coloração da íris é grená, como as pernas, exceto pelas plantas dos pés amareladas.

A plumagem da cabeça em forma de elmo deu origem ao nome soldadinho.

REPRODUÇÃO:

A corte propicia que os machos com plumagem mais bonita e com maior destreza nas acrobacias sejam selecionados pelas fêmeas. A sua exibição consiste em perseguições vigorosas aos intrusos de seu território. Este ritual destaca a capacidade de defesa do território que provê o alimento para a ninhada e para a fêmea.

A construção do ninho é uma atividade que cabe somente à fêmea. O local escolhido para construção é localizado necessariamente sobre cursos d’água, geralmente a menos de 2 m de altura. A construção do ninho ocorre em menos de quatro dias, com fibras vegetais secas e fungos fixados em uma forquilha com teias de aranha, formando um cesto ornamentado com folhas pendentes.

A fêmea sempre põe um par de ovos com um intervalo de aproximadamente um dia entre os dois. Os ovos têm coloração bege coberta por riscos escuros. Após três semanas desde a postura, cada ovo eclode com cerca de um dia de diferença. Outras três semanas se passam entre a eclosão dos ovos e o abandono do ninho pelos filhotes, que são acompanhados de perto pela mãe e observados pelo pai.

Quase dois anos se passam desde o nascimento de um filhote macho até a aquisição de sua plumagem definitiva, quando então será expulso do território dos pais, devendo ocorrer o mesmo com a fêmea recém adulta.

 

 

Lucia Helena Salvetti De Cicco
Diretora de Conteúdo e Editora Chefe

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